Mário de Sá-Carneiro


Mário de Sá-Carneiro, português contemporâneo de Fernando Pessoa, não tão menos importante, porém pouco apreciado... destaca em suas poesias a tristeza, a dor, a curiosidade e até quem sabe vontade da morte.
Tanto é que aos 25 anos, não mais soube esperar
Ele se mata, e em seu poema "Fim" pode-se sentir toda essa angustia, até quem sabe despedida.
A verdade é que Mário de Sá-Carneiro, nunca se encontrou. Dizia ele caminha feito louco em seu labirinto em busca da saída.
O fim é a saída!


FIM

Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!

Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.





Em português de Portugal:











Um poema talvez conhecido seja "O Outro"
Que no século XXI foi músicado aqui no Brasil por Adriana Calcanhoto

O Outro

Eu não sou eu nem sou o outro,
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o outro.






Vamos Aprofundar? rs

http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_de_S%C3%A1-Carneiro
http://www.algumapoesia.com.br/poesia/poesianet070.htm
http://jprsantos.podomatic.com/entry/2007-03-20T13_00_16-07_00
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estricnina
http://www.triplov.com/sa_carneiro/meg/zonas_08.html

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